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SEPHIA - Sociedade de Estudos Psicanalíticos e Hipnose Aplicada
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Enviado em 8/10/2010
O homem em busca de si mesmo

Adaptação do texto original de Pierre Weil, por Yvone Matos Cerqueira

O homem se caracteriza, em seu comportamento cotidiano, por uma busca constante de felicidade, de alegria de viver, de paz interior; ele procura o prazer e foge da dor.

Isto mostra que existe, profundamente enraizada no âmago de seu ser, a memória de um estado de plenitude sem obstáculos e de êxtase permanente.

Esta memória enterrada no âmago de sua existência constitui a motivação fundamental de todas as suas ações, quer sejam elas, julgadas como positivas ou como negativas.

A busca da felicidade permanente leva-o, no plano físico, a procurar sensações agradáveis de toda a espécie: ver e contemplar formas humanas ou cênicas agradáveis, saborear iguarias deliciosas, trocar carícias sensuais que conduzam ou não ao orgasmo, cantar ou ouvir a música da natureza ou a sinfonia de uma orquestra, sentir o perfume de uma rosa. No plano afetivo, sua busca de amor e de troca de ternura e de alegria não tem fim. No plano cognitivo, uma curiosidade, muito freqüente insaciável, fá-lo apreciar as alegrias da descoberta, assim como a euforia da criatividade literária e artística.

Existe, pois, uma espécie de lei inscrita em cada ser: é feito para a alegria e não para o sofrimento.
Entretanto, parece que um obstáculo fundamental impede a maioria dos seres de viver plenamente esta felicidade para a qual parece existir, ela lhes escapa, sem que tenham consciência da causa deste fracasso constante.

Nenhum destes prazeres ou alegrias que acabamos de descrever dura. E lá onde havia felicidade sobrevém a frustração de seu desaparecimento. O homem busca um estado permanente, alguma coisa nele lhe dá a certeza da existência de tal estado; no entanto, encontra apenas a impermanência.

Feito para a felicidade, sua existência toma a cor da insatisfação.

Existe dentro de cada um de nós um sentimento muito profundo de insatisfação; este, muito freqüentemente, está oculto, sobretudo entre as pessoas que se acham felizes, por estados provisórios de descarga de tensões, devido à satisfação de certas necessidades; mas esta satisfação é transitória e é justamente o caráter impermanente do prazer a ela ligado, que provoca um apego à memória do prazer cujo caráter fantasmático abastece a natureza do desejo.

E, damo-nos conta, cedo ou tarde, conforme o caso, que a satisfação completa não existe, pois apenas passamos alternativamente da tensão à descarga, e da satisfação à tensão; constatamos, por vezes amargamente, que passamos nosso tempo em busca de uma felicidade permanente que não se encontra nem na abundância de alimento, nem no conforto, nem na segurança relativa de nossas casas, nem em nosso conhecimento das posições eróticas daquilo que pensamos ser o amor, nem na embriagues que nos proporcionam os poderes de qualquer tipo. Nosso sistema sócio-econômico de consumo exagerado de segurança, de sensações e de poder, embora tenha diminuído em grande parte a miséria da insuficiência de sat isfação de necessidades vitais, não forneceu a felicidade que os regimes políticos nos prometem, sobretudo no caso daqueles que já atingiram o nível de conforto de um rei ou de um imperador, como existiram antigamente, e em nome do qual foram feitas e continuam a serem feitas revoluções sangrentas. E, não é a revolução da informática que vai resolver este problema, especialmente quando entrevemos o que se está fazendo com ela.

E quanto mais temos mais queremos, basta comparar as reivindicações populares nos países economicamente desenvolvidos e no terceiro mundo... Tem se confundido a felicidade com o bem-estar do conforto e da abundância.

Sem dúvida alguma, torna-se indispensável que se terminassem com a miséria e que se escolhessem os sistemas sócio-econômicos mais eficientes para isso. Mas convém também, e paralelamente, ou melhor, ainda mostrar a todos de uma maneira integrada, através de uma nova abordagem da existência, como sair do círculo vicioso da insatisfação e reencontrar este paraíso perdido, o qual certamente não se situa lá onde a propaganda dos meios de comunicação o coloca.

O conforto e a abundância são importantes, mas não dão automaticamente a paz de espírito e a alegria no coração.

Ainda é necessário aprender como se relacionar com todos estes “benefícios” de nossa civilização tecnológica.

Basta observar o que acontece com aqueles que atingiram, enfim, este nível sócio-econômico e este conforto tão ambicionado. No plano físico, as doenças de carência desapareceram, felizmente. Mas são substituídas por novos males: a coluna vertebral se deforma e tensões musculares se desenvolvem sob o efeito de poltronas e camas macias, terminam por sentar-se no chão e dormir sobre colchões pomposamente chamados “ortopédicos”. Em suma, dormem sobre o duro, como o índio e o pobre.

Comem demais, empanturram-se de doces e confeitos, e para evitar o “diabetes” e as doenças do fígado, submetem-se àquilo também pomposamente chamado de orientação "dietética”. E acabam por comer a mesma coisa ou até menos que o índio e o pobre, a menos que se internem em uma clínica de jejum... Paga-se caro, muito caro, para aprender a não comer! E à custa de refinar nossa alimentação, recaímos em novas doenças de carência, sem contar as intoxicações químicas de todos os tipos; então, oferecem-nos um novo tipo de alimento o qual chamamos pomposamente de biológico, orgânico e integral; em suma, fazem-nos ingerir o pão preto do pobre e o arroz integral do índio.

No plano emocional, o progresso que nos é oferecido resulta de uma interpretação simplista da obra de Freud, de uma extrapolação apressada da psicanálise, a qual, originalmente, é uma pesquisa sobre a natureza da neurose, extrapolação acerca do homem sadio, de uma compreensão errônea de conclusões tiradas da patologia; ela leva a um reducionismo grosseiro cujas conseqüências desastrosas começam a se fazer sentir em todos os domínios, mais especialmente na educação onde a confusão e a desorientação atingiram um grau máximo. Pais e educadores não sabem mais o que fazer. O raciocínio oferecido ao público é muito simples: uma vez que a neurose resulta de uma repressão dos instintos, de um recalque, para evitar a doença psicossomática, libe remos os instintos, satisfaçamos todas as necessidades; e, sobretudo, permitamos às crianças toda a liberdade; para evitar os complexos, façamos aquilo que elas queiram! Os resultados saltam aos olhos: a dissolução do superego no adulto e sua má estruturação na criança provocaram uma liberação dos aspectos egóticos do id: agressão e violência em todas as formas, possessividade, competição sem limites, indiferença à miséria física e moral. E, como veremos adiante, aparece uma nova repressão, a repressão dos valores relacionados à beleza, à verdade, ao amor universal, à criatividade, valores que, quando recalcados, provocam também doenças de carência, a começar pelo mal estar e o sentimento difuso de insatisfação próprio daqueles que têm tudo para estarem satisfeitos e que se encontram, no âmago de si mesmos, profundamente infelizes.

Terminamos, então, por buscar estes valores que existem ainda, principalmente nas pessoas de vida simples, nos pobres e, como mostram as pesquisas não sociocêntricas, nos índios, naqueles que chamamos de “selvagens” e que se tornaram hostis em relação ao branco dito civilizado, porque este invadiu seu habitat, violou suas mulheres, impôs sua maneira egocêntrica e selvagem de viver e fomentou lutas fraticidas entre as tribos para poder aniquilá-los e apoderar-se de suas terras.

No plano mental instala-se a instabilidade: passamos de um assunto a outro sem mais nenhuma direção definida, reina uma incoerência completa entre opiniões, atitudes e comportamentos; a pessoa é democrata, anti-racista e socialista, desde que não se aumentem os seus impostos para se fazerem empréstimos ao terceiro-mundo; e principalmente que a filha não se case com um negro ou um judeu...

Somos dominados pelo pensamento, cuja natureza é contraditória; como não temos, atualmente, tempo de pensar, somos arrebatados pelo devaneio que nos deixa em uma atitude de estupor mental, diante desta dialética sem saída. Alguns, causados pelos conflitos permanentes refugiam-se no álcool e na droga; a perda do sentido da vida aumenta a porcentagem de suicídios, como ocorre nos países economicamente muito desenvolvidos; o cinema, a televisão, o jogo, não são mais suficientes para atordoar-nos; no plano sexual, estamos entediados, impotentes ou frígidos.

A preguiça se instala: para que se esforçar? Temos botões para tudo e máquinas para calcular, pensar, traduzir, raciocinar, organizar e logo, talvez, criar, como já querem alguns.

É verdade que alguns reagem contra este estado de coisas: “retornam à terra”, praticam alpinismo, caçam na África, arriscam a vida, um pouco como o pobre e o índio...

De fato, o ser humano procura a fonte da felicidade fora de si mesmo, não mais percebe que é vítima de uma ilusão de ótica, de uma fantasia fundamental; esta fantasia constitui a fonte desta busca compulsiva e repetitiva deste paraíso que no fundo jamais perdeu, mas que apenas está velado. Este véu é a fantasia da separatividade.

 
 
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