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SEPHIA - Sociedade de Estudos Psicanalíticos e Hipnose Aplicada
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Enviado em 8/10/2010
Que é, então, fantasia da separatividade?
Já se tornou lugar comum afirmar-se que vivemos em uma época de divisão, de fragmentação, de conflito, de oposição, de contradição, de atomização sem freios nem controle. Se examinarmos mais de perto o que se passa em nosso mundo atual, somos obrigados a constatar que este lugar comum é um fato que penetra não apenas nossa vida exterior, mas também nosso mundo interior.

Comecemos por nosso mundo interior. A psicanálise é a primeira a nos mostrar e a nos descrever como se forma na criança, a primeira separação, a do sujeito e do objeto; inicialmente indiferenciados, a mãe e a criança, separam-se, progressivamente, no espírito do bebê; à medida que este distingue o seio, fonte de sua primeira alimentação e do primeiro prazer; será a partir desta fase oral que se delineia verdadeiramente a idéia de um eu separado do mundo e de um universo exterior percebido como sólido; esta primeira “relação objetal” constitui ao mesmo tempo a primeira dualidade sujeito-objeto, dualidade esta que fez, e ainda fará correr muita tinta não somente na filosofia, mas, mais recentemente na ciência e mais particularmente na microfÍ sica. Mas é também nosso próprio corpo que pode ser visto como um objeto “exterior”, do qual somos “proprietários”; no “estádio de espelho”, a criança que vê seu corpo começa a distingui-lo do de sua mãe; identifica-se então com seu próprio corpo; mas, ao olhar e explorar sua própria mão, esta é percebida como alguma coisa exterior a “si”; sem dúvida, está ai também o embrião da idéia de um “EU”.

De fato, existe ai uma dupla mensagem; ao mesmo tempo em que a criança pensa ser seu corpo, “ela” pode ver uma boa parte dela como se se tratasse de um objeto externo, o que é evidentemente bastante desconcertante, mesmo para o adulto. Além disso, sob a influência da repressão, cuja história agora se conhece mais ou menos, nosso corpo foi relegado a um plano secundário, inferior e desprezível, o que apenas acentuou um primeiro conflito fundamental: uma parte de nós mesmos, o instinto identificado bastante intimamente com nosso corpo, em luta com uma outra parte, nossa educação, a qual o impede de exprimir-se; essa luta entre o “id” e o “superego” reforçará, no próprio Freud, a idéia da existência de uma força equilibrante, à qual deu o nome de Ego: uma espécie de mediador neste campo de força; este é ao menos um dos conceitos de Freud a respeito do “Ego”;

É importante considerar que a separatividade interior não termina aqui; à medida em que aprendemos e exercemos papeis, estes nos acarretam fatalmente novos conflitos e sofrimentos, ligados aos valores inerentes a cada papel: marido, esposa, profissional, chefe, subordinado, membro de um partido, de uma religião, de uma escola, professor, aluno, são papeis que implicam sistemas de valores às vezes completamente opostos entre si, cada papel pode ser considerado como um novo Ego; outros dirão que é o Ego que se identifica com cada um destes papeis, mas quem é que se identifica? Onde se encontra esse Ego?

Além desses papeis, podemos distinguir pelo menos sete espécies de “Ego” diferentes: o Ego tal como é visto pelos outros, o Ego tal como ele se vê a si mesmo, o Ego tal como ele gostaria de ser, o Ego tal como os outros gostaria que ele fosse, o Ego tal como ele pensa que os outros o vêem, o Ego tal como ele teme ser e o Ego tal como é realmente, quer dizer, uma fantasia.

Assim, quando dizemos “eu”, nem sempre nos damos conta de quem estamos falando: de nosso corpo, de nossos papeis, destes diferentes “egos” que acabamos de descrever? A todo instante identificamo-nos com nosso corpo, com nossas emoções, com nossos pensamentos; se nós nos observarmos durante alguns minutos, podemos constatar facilmente que “somos” sucessivamente nossa enxaqueca, nosso cólera, nossa opinião política de direita ou de esquerda, e que, neste momento, nada mais conta, mesmo se isto cair completamente no esquecimento alguns segundos depois.

É principalmente o nosso pensamento um verdadeiro reservatório de separatividade; sem dúvida, ele é sua fonte, pois divide, analisa, organiza o mundo em interior e exterior e cada um deles em classes distintas; é o centro da dialética dos opostos e de sua síntese provisória; dá nome às coisas, separa ambos e acaba tomando o nome pela coisa, cria palavras diferentes, em centenas de línguas diferentes, para designar a mesma coisa; e, para complicar ainda mais, emprega a mesma palavra para designar coisas diferentes! E quanto mais palavras há, mais separação existe. Apóia-se, em suas classificações; sobre a percepção de nossos diferentes órgãos sensoriais, cada um dos quais nos dá uma versão diferente da realidade e recorta-a de todas as maneir as possíveis; figura e fundo, tonalidade de luz, de cores ou de sons, sabores, odores e assim por diante.

É, pois, o pensamento, fundamentado na percepção e nas sensações, que, através da separatividade, por ele mesmo criada, o autor de todas as disciplinas do conhecimento que constituem o registro racionalmente controlado: Arte, Ciência, Filosofia e Religião são as primeiras separações efetuadas de cada conhecimento. O número de especializações é muito extenso.

Mas, mesmo sem os conhecimentos institucionalizados criamos fronteiras no espaço e no tempo, fronteiras que, quando consideradas mais de perto, só existem em nosso espírito; e por isso falamos de fantasias, pois segundo Freud uma fantasia é uma produção imaginária que não corresponde à realidade exterior que define aquilo que o mesmo Freud chamou de princípio de realidade, e que nos diz que o mesmo é construído através da mediação do aparelho perceptivo.

Na base de qualquer fantasia há um desejo; qual é, então, o desejo que se encontra na origem da fantasia da separatividade? Parece-nos ser o desejo de existir como ser autônomo, de libertar-se de toda a dependência de objetos vistos como exteriores, a fim de poder possuir aqueles que são fonte de prazer e rejeitar aqueles que são fonte de frustração e de dor.

Freud ao fazer a distinção entre “realidade psíquica” e “realidade perceptiva” caiu também na armadilha da fantasia da separatividade: toda a sua obra é dualista; existe mesmo uma irredutibilidade entre aquilo que ele chamou de “pares de opostos”, tais como: o instinto de vida e de morte, prazer-desprazer, ativo e passivo?

O que é uma fantasia para Freud? E como este conceito aplica-se à fantasia da separatividade? Laplanche e Pontalis (2001) deram uma definição precisa a esse respeito, vejamos:

Fantasia consiste em um cenário imaginário e no caso da separatividade, o imaginário reside em três fantasias de base:

1. A representação de um Ego percebido como algo sólido, de existente e de real. É a fantasia do sujeito. Seu caráter puramente imaginário, se o procurarmos, não o encontraremos em parte alguma. O sujeito está presente na cena imaginária, pois ele mesmo é imaginário, é uma fantasia como acabamos de ver.

2. A representação de um universo feito de objetos percebidos como sólidos, existentes e reais. É o que chamamos fantasia do objeto que se forma a partir da ilusão de solidez e de caráter material dado pelos sentidos à respeito dos objetos; é a memória desta ilusão que entra no processo perceptivo posterior; e na representação de uma separação, de um isolamento, de uma autonomia, ou de uma independência completa entre o Ego percebido como sujeito ou organismo de um lado e o universo ou objetos ou meio exterior. É a fantasia em relação ao objeto.

3. O cenário configura a realização de um desejo e, em última instância, de um desejo inconsciente. O que é então, o desejo inconsciente que este cenário imaginário configura? É, certamente, a aspiração fundamental inerente a todo ser humano: a de existir. Este desejo de existir engendra um medo: o medo de constatarmos que não existimos como ser separado. Daí a memória do prazer ligado ao objeto, o objeto com fonte de prazer.

Como a aspiração de existir e o medo concomitante de constatar que se trata apenas de uma fantasia são o apanágio de quase toda a humanidade, criou-se um consenso de separatividade que constitui o fator psicossociológico de reforçamento da fantasia. Esta se torna uma fantasia coletiva. Nesta fantasia, o sujeito fantasmático torna-se, ele mesmo, objeto do prazer de existir sob a forma desses papéis ou desses diferentes “Egos” descritos acima. Ele adora-os nos seus pensamentos íntimos, se o sucesso exterior os reforça; ele os teme ou os rejeita, diante dos fracassos repetidos.

Freud trabalhou a respeito da resolução desta neurose geral da separatividade que está na humanidade, considerando a perspectiva relativista do ser humano. Não podemos ver as coisas senão como ele as viu. O método psicanalítico é realmente válido como um desmistificador das fantasias que se encontram na etiologia das neuroses e a sua dissolução em favor do princípio da realidade.

Logo, essa dissolução se faz essencialmente através da tomada de consciência da natureza fantasmática do desejo e através de um retorno ao “princípio de realidade”. Para indicar uma terapia para um mal, é preciso defini-lo; compreender como a fantasia se transforma em neurose, qual é a sua gênese e manifestação. Esta abordagem deve ser feita sempre numa consideração do homem como ser total, psicossomático.
 
 
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